Ana Fior

SwáSthya Yôga, Cultura e Comportamento

Exposição gênios da criação – Irmãos Lumière 24 24UTC Setembro 24UTC 2009

Arquivado em: Uncategorized — anafior @ 20:49

Conforme o prometido, aqui está o post sobre a singela exposição dos Irmãos Lumière no MON. Digo singela com relação à números, pois foram trazidas para cá apenas 70 réplicas, um original, (uma pintura e 17 filmes), das 600 cópias dos autocromos que fizeram a fama desses dois irmãos (Louis e Auguste Lumière) engenheiros por  formação, que criaram o autocromo (invenção da foto colorida sobre placa de vidro) e o cinematógrafo (máquina de filmar e projetar), diz-se que esse segundo não teria sido criado pelos brothers, mas apenas patenteado por eles. São considerados pais do cinema e possuíam um potencial intelectual incomum,  Louis Lumière idealizou também o alto falante, o aquecedor catalítico, a guitarra elétrica, o centrifugador de saladas e o curativo para queimaduras.

Foram responsáveis por apresentar as primeiras imagens em movimento (projeções de filmes), entre elas a coroação de um czar na Rússia. O autocromo era constituído por uma mistura de milhões de grãos microscópicos de fécula de batata, nas cores laranja, violeta e verde, que agiam como um filtro e depois era espalhada sobre placas de vidro cobertas com verniz e emulsão preta e branca. Através dessa emulsão, os grãos da fécula se fixam no local correspondente às cores captadas. A revelação era idêntica ao processo de fotografia em preto e branco da época.

Com certeza essas duas criações dos gênios da fotografia revolucionaram o mundo, permitindo registrar momentos históricos do final do séc. XIX e início do séc. XX, bem como hábitos e vestimentas.

Fiquei deslumbrada com as cores da exposição, a fotografia do cotidiano dos Lumière, uma família comum. Impressionante como este tema atual ganha magia com o toque aveludado dos autocromos, os detalhes das paisagens  manifestados nas fotos.

Registrei alguns autocromos, mas devo advertir que o encanto e magnetismo ficou reservado para quem esteve de corpo presente no MON.

Foto0113

 

Irmã de Luís e Augusto Lumière

Irmã de Louis e Auguste Lumière

 

 
Trajes de banho - final séc.XIX

Trajes de banho - final séc.XIX

 
Foto0126 
Esta exposição faz parte de mais uma iniciativa do Ano da França no Brasil, e foi a mais expressiva, levando em consideração que foi a primeira vez fora da Europa. Há dois anos os autocromos foram expostos em Moscou, mas não com a mesma dimensão. Os originais estão no Institut Lumière, na cidade de Lyon-França.
Registrei quase tudo… quando ia disparar os últimos cliques o segurança solicitou gentilmente que eu parasse, porque será?
 
 
 
 
 
 
 
 

Dia 5 de setembro em Curitiba 7 07UTC Setembro 07UTC 2009

Arquivado em: Uncategorized — anafior @ 21:05

Estamos no mês de setembro, quase primavera aqui no hemisfério sul. Me dei conta disso, quando passei a observar os ipês amarelos e roxos, (nome popular de várias espécies de árvores brasileiras do gênero Tabebuia) no seu período de reprodução. Acho essa árvore exuberante! Os tapetes de flores que se formam nos gramados e calçadas oferecem um toque de beleza, à cidade.

Pensando nisso, resolvi fotografar e compartilhar com vcs amigos e leitores do blog!

 

Proibido varrer!

Proibido varrer!

 

Foto0072

Continuando meu passeio pelo C. Cívico, (os nativos devem ter reconhecido) mais especificamente pelo gramado do Ministério Público do Paraná, fiquei cara-a-cara com a Criatividade. Observem:

 

Criatividade

Criatividade

 

Curiosidades:

Andei pesquisando e descobri que por ser essa árvore de madeira pesada e cerne escuro adquire grande valor comercial na marcenaria e carpintaria, o que torna essa espécie da nossa flora vulnerável quanto à ameça de extinção.

A entrecasca do ipê-amarelo possui propriedades terapêuticas como adstringente, usada no tratamento de garganta e estomatites. É também usada como diurético.

O ipê-amarelo possui flores melíferas e que maduras podem ser utilizadas na alimentação humana.

Mas como a natureza não se faz somente de ipês, fotografei algumas flores tb:

 

Carinha de gato
Carinha de gato

Foto0129

 

Simm, eu estava sensível neste dia… estava tão sensível que depois disso tudo, fui apreciar a exposição dos Irmãos Lumiére no MON.

Pretendo fazer um post sobre a exposição. Acompanhem!

 

Uma história engraçada de como me tornei vegetariana 30 30UTC Agosto 30UTC 2009

Arquivado em: Uncategorized — anafior @ 21:30

Um dos maiores prazeres da minha vida foi tornar-me vegetariana (ovo-lacto-vegetariana). Ah! Que alegria saber que não precisava ingerir carnes para suprir as necessidades de certas vitaminas e proteínas que supostamente eu iria encontrar somente nessa categoria de alimentos.

Desde criança sentia náuseas e desgosto quando via esse tipo de alimento repugnante nas refeições, pois sabia que iriam introduzi-lo na minha boca. Isso mesmo, eu era forçada a comer! Afinal ,o diplomado em medicina havia dito que eu era anêmica e que precisava de carnes. Era uma novela, ou melhor, um filme de terror quando chegava o horário de almoço. Muitas vezes cheguei a vomitar a comida que o carrasco, digo minha mãe, tinha feito eu engolir.

Mas terror mesmo foi quando fui morar com minha tia-avó. Eu adorava ela, gostava do lugar onde morávamos. Tinha jardim, árvores, muito espaço, tudo o que as crianças gostam, inclusive animais… Alguns animais com pena, outros com pelo, eu gostava de todos, brincava com todos, enfim, dava nome a todos.

Um belo dia cheguei da escola e fui direto me divertir com os bichinhos. Qual não foi a minha surpresa e decepção quando descobri que um daqueles amiguinhos estava na panela! Chorei muito e chamei minha tia-avó de assassina. Ela não entendeu nada e no dia seguinte queria que eu comesse o Toninho, um franguinho que me acompanhava nas brincadeiras do dia a dia. E esse não foi o único: presenciei o fim de mais um ou dois ovíparos nesse mesmo período.

O tempo passou, e finalmente quando fiz dez anos acostumei-me a comer carnes. Quando era obrigada, comia sem expelir pela boca essas substâncias que já estavam no estômago. Lembro-me até de alguns pratos preferidos dessa época: churrasco tipo sola de sapato, um bolinho de carne de onça que minha tia-avó fazia e um salaminho alemão que comprávamos em viagem para São Bento do Sul-SC.

Como eu realmente acreditava  precisar dessas substâncias para nutrir meu corpo, nunca pensei em me tornar vegetariana. Mal eu sabia que mais tarde meu destino sofreria mudanças com relação a isso… Conheci o SwáSthya Yôga, com suas técnicas para absorver e aproveitar melhor o oxigênio, técnicas para estimular a concentração e despertar a consciência corporal, e muito mais (se desejar conhecer nosso trabalho acesse: www.uni-yoga.org.br ). Como eu desejava ser instrutora  desse Método, fui informada que eu precisaria parar de ingerir tecidos orgânicos. Nessa época eu fazia aulas com o instrutror Ricardo Poli. Conversei com ele e fui orientada para cessar a ingestão de carnes aos poucos. Assim foi até parar de comer carniça.

Minha alimentação é saudável, consumo massas, um pouco de laticínios (esses também já não apreciava desde criança), chocolates, ovos e tudo o que está incluído na dieta de um ovo-lacto-vegetariano. Essa opção alimentar me acompanha há cinco anos. Desde que comecei, senti melhoras na digestão e passei a observar uma dieta rica em nutrientes para o meu corpo. Foi dessa forma que iniciei o vegetarianismo.

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Novo Programa do Curso Básico 15 15UTC Dezembro 15UTC 2008

Arquivado em: Livros DeRose — anafior @ 16:07
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mestre-derose-e-obra

Hoje, em seu blog, DeRose comunicou a finalização da revisão final do Programa do    Curso Básico.

A nova edição do livro está prevista para fevereiro de 2009.

Veja mais em: Blog do DeRose.